quarta-feira, 27 de julho de 2011




Ás vezes cansamos de esperar por alguma mudança,

nossa ou daquela que esperamos que o outro faça .

Se iludir com uma visão que criamos apenas

para poder ter uma imagem "perfeita" de alguém.

Choramos, por algo que acreditássemos ser o certo.

Acreditamos no errado ,

ou naquilo que pode ser perfeito nos olhares alheio.

Queremos aquilo que se pode ou não se pode ter ,

apenas queremos,

o certo ou errado ,

o dia ou a noite.

Apenas queremos .

Por teimosia , necessidade ou desejo .


[...]








segunda-feira, 25 de julho de 2011


Eu realmente não consigo imaginar que alguém tenha uma queda por mim.
Eu não consigo imaginar alguém sonhando acordado pensando mim.
Eu não consigo imaginar alguém pensando em mim, quando estava deitado na cama antes de dormir.
Eu não consigo imaginar alguém dizendo a seus amigos sobre mim.
Eu não consigo imaginar alguém tendo borboletas no estômago porque eu o abracei,
ou mesmo só porque eu fiz contato visual com ele.
Eu não consigo imaginar alguém sorrindo porque meu nome iluminou seu telefone.
Eu simplesmente não consigo.

sexta-feira, 22 de julho de 2011




Quando eu voltar , você vai estar lá ?
Para poder me abraça e dizer que ainda sente o mesmo .
Se não acontecer , tudo bem.
As vezes é difícil esperar por alguém.
Mas talvez você espere ,
porque eu também vou estar te esperando .

segunda-feira, 18 de julho de 2011


Sentiu uma confusão que mexia com tudo no seu dia, por causa de um simples “Te amo” que para ela talvez nem fosse verdade. Tinha medo de acreditar e se arrepender de deixar que tudo acontecesse novamente. Ela achou que era apenas um “amor de verão” daqueles que se esquecem quando se vai embora .
Tudo ia embora, ela achou que esse também iria, na verdade foi.
Sentia-se culpada por motivos que ninguém entendia, tentava explicar, mas ninguém parecia preocupado em entendê-la, apenas obrigavam a fazer o certo.
Ele voltou, no momento que ela já tinha se decido a tomar um caminho diferente do dele.
Resistiu, tentou esquecer, fez tudo que podia para não deixar com que aquele sentimento já deixado pra trás retornasse. Mas não conseguiu. Sentia-se fraca e odiava o modo que ele a fazia sorrir.
Pensava sempre em voltar, pular em seus braços e dizer que também o amava , mas de uma maneira diferente que só ela conhecia . Sentia medo de se entregar tão rapidamente por alguém, sentia medo de dizer “eu te amo”, lutava com ela mesma todos os dias nem ela entendia o porquê dessa confusão.



(...)

sábado, 9 de julho de 2011


[...]

Olhava pro nada procurando , talvez alguma coisa que o fizesse rir.
Marcava cada cena como se quisesse relembra-la a cada momento.
Uma praticidade que não demonstrava interesse . Apenas não demonstrava,
mas sentia e como sentia.
Buscava significados para pequenas perguntas.
Imaginava como os outros o vissem , sem necessariamente se preocupar.
Era incrivelmente encantador. De uma maneira diferente.

[...]