segunda-feira, 18 de julho de 2011


Sentiu uma confusão que mexia com tudo no seu dia, por causa de um simples “Te amo” que para ela talvez nem fosse verdade. Tinha medo de acreditar e se arrepender de deixar que tudo acontecesse novamente. Ela achou que era apenas um “amor de verão” daqueles que se esquecem quando se vai embora .
Tudo ia embora, ela achou que esse também iria, na verdade foi.
Sentia-se culpada por motivos que ninguém entendia, tentava explicar, mas ninguém parecia preocupado em entendê-la, apenas obrigavam a fazer o certo.
Ele voltou, no momento que ela já tinha se decido a tomar um caminho diferente do dele.
Resistiu, tentou esquecer, fez tudo que podia para não deixar com que aquele sentimento já deixado pra trás retornasse. Mas não conseguiu. Sentia-se fraca e odiava o modo que ele a fazia sorrir.
Pensava sempre em voltar, pular em seus braços e dizer que também o amava , mas de uma maneira diferente que só ela conhecia . Sentia medo de se entregar tão rapidamente por alguém, sentia medo de dizer “eu te amo”, lutava com ela mesma todos os dias nem ela entendia o porquê dessa confusão.



(...)

sábado, 9 de julho de 2011


[...]

Olhava pro nada procurando , talvez alguma coisa que o fizesse rir.
Marcava cada cena como se quisesse relembra-la a cada momento.
Uma praticidade que não demonstrava interesse . Apenas não demonstrava,
mas sentia e como sentia.
Buscava significados para pequenas perguntas.
Imaginava como os outros o vissem , sem necessariamente se preocupar.
Era incrivelmente encantador. De uma maneira diferente.

[...]

domingo, 3 de julho de 2011



Alguém tão diferente do que se encontra por ai,
não se preocupa com as necessidades
de se encaixar na realidade que está a sua volta.
Escreve e critica todos de um modo ironicamente lógico.
Observa e tenta analisar de um jeito só seu .
Talvez , para ninguém tentar descobrir quem realmente é,
mas quem iria tentar ?
É algo realmente claro.
Um sorriso , é algo que sempre espera de alguém .

(...)

Cont.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Deixei faz tempo de querer provar alguma coisa pra alguém,
do que sou ou não capaz.
Apenas deixei de me importar de sair na rua e reparar
quem me olha com os "cantos dos olhos" e cochicha
alguma coisa no ouvido daquele que esta do seu lado.
Por algum motivo, decidi sair do meio daquela roda cheio de gente
e procurar algum novo esconderijo.
Cansei de ter as mesmas conversas, as mesmas risadas.
Comecei a caminhar naquela noite onde poucas estrelas brilhavam,
tinha acabo de ler um livro que realmente mexeu comigo .
Meus pensamentos estavam em tantas coisas ,
como se estivesse criado milhares de estorias que não existia.
Parei olhei pro lado e não vi ninguém , ninguém que me importava,
estavam todos preocupados em querer ser diferente .

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domingo, 26 de junho de 2011


Ultimamente não tenho me importando com momentos
que antes me fascinavam.
Não tenho vontade de expor , de ouvir .
Como se tudo tivesse um novo significado,
mas só pra mim. Ninguém entende essa nova mania.
Também não tenho bons argumentos para explicar.
E acho que poucos estariam interessado para entender.
Começei a descubrir novas histórias
que sempre estavam em meu redor e eu nunca percebi.
Outros valores que são poucos reconhecidos.

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quarta-feira, 22 de junho de 2011




Com a volta ,"esperei" que todos tinham mudado mas , percebi que nada passou de plena ilusão.


Apenas permaneci sentado naquele canto como se nada estivesse acontecendo . Olhando todo aquele movimento . Todas aquelas pessoas . Tudo tão diferente. Tudo tão novo . Com nenhuma vontade de participar de tudo aquilo , de todas aquelas mentiras jogadas em vão para alegrar e fazer aparecer um sorriso naquele mais ser mais inocente.










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